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13 de Novembro de 2019 - 

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Inteligência Artificial foi temática de workshop promovido pela Corregedoria

Inteligência Artificial foi temática de workshoppromovido pela Corregedoria Na tarde desta quinta-feira, 7/11, foi realizado no Palácio da Justiça workshop sobre Inteligência Artificial, ministrado pelo Procurador Federal da Advocacia-Geral da União Mauro Lúcio Baioneta Nogueira e pelo Diretor de Tecnologia da Informação do TRF4, Cristian Ramos Prange. Promovido pela Corregedoria-Geral da Justiça , a palestra apresentou a temática da Inteligência Artificial, suas técnicas, impactos e mudanças no futuro, com ênfase, no universo do Direito. O evento teve a presença da Desembargadora Denise Cezar, Corregedora-Geral da Justiça, e foi destinado a servidores e magistrados. A Assessora Especial do Processo Eletrônico da CGJ, Sheron Menezes, deu boas-vindas aos presentes, ressaltando a importância de debater o tema que irá, futuramente, definir as demandas do Judiciário. Evento ocorreu no Palácio da JustiçaNa sua explanação, Mauro Nogueira fez uma análise da chegada do eproc no Judiciário e da importância da Inteligência Artificial na automação de processo, para acelerar as demandas jurídicas. Relembrou como surgiu a ideia da AI, como também alertou sobre o que é de fato uma inteligência artificial e o que não é.  Projetou futuro na forma de trabalho dos magistrados frente às técnicas e ferramentas da Inteligência Artificial e de outras profissões - inclusive citando a extinção de algumas funções e empregos. Também fez um breve histórico de como surgiram as técnicas de IA. "Por uma questão mercadológica falam muito de IA e, na verdade, nem tudo é Inteligência Artificial. Ela é tudo que se aproxima daquilo que o homem faria para resolução de um problema", explicou. "E digo mais: da IA não aparecem somente soluções, mas também dilemas relevantes. É assim que funciona, nessa forma de dialética." Dando continuidade, analisou o Direito diante de suas matérias complexas, linguagens e seus propósitos. Baseado nisso, ressaltou o apoio à produção jurídica e os subsídios, como por exemplo, no contexto da edição de um documento.Cristian Prange e Mauro Nogueira foram os palestrantesEm seguida, passou a falar o Diretor de Tecnologia da Informação do TRF4, Cristian Ramos Prange. Em sua fala, refletiu sobre o porquê da temática a ser discutida no Judiciário. Fez uma análise da Inteligência Artificial junto com o eproc. Exemplificou o auxílio na triagem por agrupamento de processos com sentenças similares e automatização na execução fiscal. Também mostrou o cenário atual relacionado à temática de IA com seus sistemas implantados nos tribunais do país. Ao final, destacou a importância da organização em setores para fomentar o uso da tecnologia. "É necessário trilharmos o caminho adequado da Inteligência Artificial porque, assim, vamos qualificar a experiência do nosso usuário e de todo mundo que utiliza o eproc", encerrou. Por fim, magistrados e servidores expuseram suas dúvidas quanto à ferramenta. Integrantes da CGJ e da DITIC participaram Participaram do workshop as Juízas-Corregedoras Rosana Broglio Garbin , Clarissa Costa de Lima, Geneci Ribeiro de Campos, Eloísa Hernandez, Nara Saraiva e Rosane Bordasch, os Juízes-Corregedores André Vorraber Costa e André Luís de Aguiar Tesheiner, o Desembargador Ricardo Pippi Schmidt, o Diretor-Geral do TJRS Ivandre Medeiros, O Diretor do da Direção de Informática e Tecnologia da Informação do TJ, Luís Felipe Schneider, servidores da CGJ e de Departamentos do Tribunal. Currículo dos palestrantes EXPEDIENTETexto: Fabiana FernandesAssessora-Coordenadora de Imprensa: Adriana Arendimprensa@tjrs.jus.br Publicação em Thu Nov 07 20:38:00 BRT 2019 Esta notícia foi acessada: 10 vezes.
07/11/2019 (00:00)
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